CONFECCIONANDO UM MAPA DAS REGIÕES COM CURIOSIDADES DE COMIDAS TÍPICAS E ORIGEM DE PERSONAGENS DO FOLCLORE.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
FOLCLORE ED INFATIL 2010
BRINCANDO DE
PASSA ANEL RESGATANDO BRINCADEIRAS DA CULTURA BRASILEIRA.
CONFECCIONANDO UM MAPA DAS REGIÕES COM CURIOSIDADES DE COMIDAS TÍPICAS E ORIGEM DE PERSONAGENS DO FOLCLORE.
CONFECCIONANDO UM MAPA DAS REGIÕES COM CURIOSIDADES DE COMIDAS TÍPICAS E ORIGEM DE PERSONAGENS DO FOLCLORE.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Uma história da leitura
“Aos quatro anos de idade descobri pela primeira vez que podia ler. Eu tinha visto uma infinidade de vezes às letras que sabia (porque tinham dito) serem os nomes das figuras colocadas sob elas (...). Então, um dia, da janela de um carro (o destino daquela viagem esta agora esquecida) vi um cartaz na beira da estrada. A visão não pode ter durado muito; talvez o carro tenha parado por instante, talvez tenha apenas diminuído a marcha, o suficiente para que eu lesse grades, gigantescas, certas formas semelhantes ao do meu livro, mas formas que eu nunca vira antes.E, contudo, de repente eu sabia o que eram elas; escutei-as em minha cabeça, elas se metamorfosearam,passando de linhas pretas e espaços brancos em uma realidade sólida, sonora, significante. Eu tinha feito tudo sozinho. Ninguém realizara a mágica para mim. Eu e as formas estávamos sozinhos juntos ,revelando-nos em um dialogo silenciosamente respeitoso. Como conseguia transformar meras linhas em realidade viva, eu era Todo Poderoso. Eu podia ler.” (Alberto Manguel Cia. Das letras TV escola-N𨬋12 um passo para o futuro).
"As mudanças necessárias para enfrentar sobre bases novas a alfabetização inicial não se resolvem com um novo método de ensino,nem com novos testes de prontidão, nem com novos materiais didáticos (particularmente novos livros de leitura).
É preciso mudar os pontos por onde nós fazemos passar o eixo central das nossas discussões. Temos uma imagem empobrecida da língua escrita: é preciso reintroduzir ,quando consideramos a alfabetização, a escrita como sistema de representação da linguagem. Temos uma imagem empobrecida da crinça que aprende: a reduzimos a um par de olhos, um par de ouvidos, uma mão que pega um instrumento para marcar e um aperelho fonador que emite sons. Atrás disso há um sujeito cognoscente, alguém que pensa, que constrói interpretações, que age sobre o real para fazê-lo seu." (Emlia Ferreiro, Reflexões sobre alfabetização,são paulo:cortez,2001).
É preciso mudar os pontos por onde nós fazemos passar o eixo central das nossas discussões. Temos uma imagem empobrecida da língua escrita: é preciso reintroduzir ,quando consideramos a alfabetização, a escrita como sistema de representação da linguagem. Temos uma imagem empobrecida da crinça que aprende: a reduzimos a um par de olhos, um par de ouvidos, uma mão que pega um instrumento para marcar e um aperelho fonador que emite sons. Atrás disso há um sujeito cognoscente, alguém que pensa, que constrói interpretações, que age sobre o real para fazê-lo seu." (Emlia Ferreiro, Reflexões sobre alfabetização,são paulo:cortez,2001).
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